Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

Preteritus Perfeitus - Tobaru Mary!



   Pronto, já foi estabelecido que sou um fã do Tobal Nº1. Fiquei foi surpreendido com a quantidade de pessoas que me vieram dizer que era a primeira vez que tinham ouvido falar do jogo. Realmente... hoje em dia ou diz "Fantasy" e "Final" (não necessáriamente nessa ordem) na capa ou o povo não sabe o que é.

   Continuando a tradição da neve, hoje trago-vos o nivel fresquinho do Tobal: O ringue no topo de um iceberg, que é o stage da Mary. Muito gosto eu das decorações no céu, nos diversos níveis, particularmente os planetas e mais especificamente neste nível, a Auróra Boreal.

   Mesmo a voluptuosa Mary foge às típicas personagens femininas de proporções físicas impossíveis. Se ela é uma wrestler, tem a figura e força física de uma. Pareço feito de papel naqueles powerbombs e brainbusters... ninguém me mandou andar a tentar fazer pegas a uma especialista da matéria.

   Aqui fica o filme, ao som de mais uma fabulosa música deste jogo esquecido, "Vision On Ice" de Masashi Hamauzu:
 
   O golpe final com que perdi o 1º combate é a dor física mais forte que um homem pode sentir na sua existência. Até me arrepiei...


Shiryu      
Adeptus Musicalis: Masashi Hamauzu - Vision On Ice
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Da mente extraordinária de Shiryu às 21:36
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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

Preteritus Perfeitus - Tobaru Nambā Wan!



   Caso não tenham percebido o meu título em "Wapanese", hoje trago-vos o meu jogo de luta favorito a 3D: "Tobal Nº1".

   Enchi-me de coragem e lá me enfiei na minha arrecadação, local onde se entra jovem e inexperiente e que quando se sai de lá, já se vem um homem feito de barba rija com pelo menos mais 20 níveis em cima, tais são os perigos que espreitam a cada esquina.

   A minha recompensa por tal aventura? A minha PSX e todos os cabos necessários para a ligar, claro está. Felizmente, continua funcional e impecável, nem pó tinha.

   Mas falemos do "Tobal Nº1". No Japão vendeu muito bem, pois sofreu do síndrome "O jogo que vem com a demo do Final Fantasy VI". Mas seria apenas isso, ou tal como Z.O.E. que é uma obra prima e é apenas lembrado como "o jogo que trazia a demo do MGS2"?

   Isso é conforme a opinão de cada um. A minha, é simples: Perfeito! Quando a PSX dava os seus primeiros passos e os pogramadores iam tentado a sua sorte em migrar jogos 2D para o 3D apenas possível na PSX, foi formada a Dream Factory.

   Na direcção do jogo, o veterano Seiichi Ichii (Virtua Fighter, Tekken) e no artwork Akira Toriyama (Dragonball, Chronno Trigger). O resultado? Um jogo de luta verdadeiramente tridimensional, onde nos podemos deslocar em qualquer direcção na arena, com gráficos sem uma única textura a permitir 60 frames por segundo constantes.

   Mas o que faz ou quebra um jogo de luta é o seu controle. Tobal deixa de lado as convenções da altura e tem apenas 3 botões para ataques: alto, médio e baixo. Adicionado a esses, o botão R1 para bloquear e o R2 para saltar. A combinação destes 5 botões permite executar combinações imensamente fluidas e de facil percepção por parte do jogador, não sendo necessário decorar centas de golpes para cada personagem. Mais do que isso, permitia ao jogador inventar um pouco o seu estilo de luta, intercalando o tipo de ataque e mesmo mudando as combinações a meio da sua execução, tornado as lutas por vezes num quase bailado coreografado à procura do erro do adversário. O sistema de pegas é simplesmente perfeito. O modo "Quest" era um desafio enorme, tendo eu acabado os seus 100 níveis apenas uma vez (e ter sido recompensado por tal feito... um dia conto-vos!).

   E é isso mesmo que vos deixo aqui em vídeo. O meu personagem favorito, Choji, é um mineiro que entra no torneio em busca de fama e glória. Gren, favorito do Norritt, é um aristocrata que entra no torneio em busca de diversão da sua vida chatérrima. Mas no ringue, são apenas adversários, artistas marciais com uma rivalidade qual Ryu/Ken ou Goku/Vegeta.



   É um pouco triste. O "Tobal 2" nunca saiu fora do Japão e é considerado como o melhor  jogo do estilo alguma vez feito (e eu confirmo). Embora outros títulos tenham usado este sistema de luta ("Ehrgeiz" e "The Bouncer" já na PS2) nunca mais ninguém se lembrou que um "Tobal Nº3" seria muito bem vindo, especialmente uma versão 360/PS3/Wii/DS/PSP.

   Aliás, minto, saiu um Tobal novo no Japão há um mês e pouco... para telemóveis! Sinto-me triste, pois olho para a corrente geração e não vejo nenhum jogo de luta 3D a chegar à fluidez e jogabilidade do Tobal. Quem diria... em 1996 fizeram uma obra de arte e ninguém deu por isso enquanto ela foi sendo esquecida ao longo dos tempos...

   Espero que tenham jogado a este jogo. A banda sonora ainda hoje me acompanha... e quanto a ela... quem sabe, falarei num futuro post.


Shiryu      
Adeptus Musicalis: Junya Nakano - Hills of Jurgon
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