Quarta-feira, 26 de Março de 2008

ExGaD Hands On: EEE (PSP)

 

    Every extend extra é um puzzle game, com a marca Q?, bem diferente daquilo a que se está acostumado. E embora não seja perfeito, tem o seu brilho.

 


   Um programador de nome “Omega” criou um título chamado Every Extend (freeware). A Q entertainment aproveitou a ideia e redesenhou o jogo. Adicionou-lhe um pouco de cosmética e fez nascer o evoluído Every Extend Extra (EEE) para a PSP.  

 


    O aspecto gráfico é bem agradável e cada nível de jogo tem o seu tema, alterando por completo o design dos items/inimigos, papel de fundo e musica. Refresca a nossa vista com algo bonito e bem elaborado, um pouco semelhante ao estilo gráfico do lumines. É muito bom.  

 


    O objectivo do jogo consiste em termos que nos auto destruir em momentos e zonas chave para que consigamos originar uma corrente de explosões com os items que navegam pelo ecrã, oferecendo-nos pontos vitais para obter mais vidas em tempo limite (isto se quisermos aguentar até ao fim de cada nível). Esses items depois de destruídos oferecem-nos outros items para apanhar que podem servir para aumentar a velocidade, dar mais tempo ou oferecer mais pontos para adquirir as essenciais vidas extra.

 

 

 

    No fim de cada nível temos uma espécie de “boss” para atacar e derrotar seguindo as ordens estabelecidas pelo jogo (p.e., destruir uma corrente de 5 items em que o ultimo item a ser destruído tem de explodir perto do boss para que assim seja comprido a regra).


 

    A sonoridade não é tão boa como a do lumines e os sons das explosões não funcionam tão bem como um complemento para a música de fundo, mas não é mau.

 

    EEE é um jogo satisfatório, mas poderia ser bem melhor se tivesse mais modos de jogo e mais níveis com objectivos diferentes para não transmitir a sensação de que começamos de novo toda a vez que passamos de nível, repetindo todos os mesmos métodos, apenas mudando o design (p. e., mudar a dimensão ou inserir um buraco negro). E talvez inserindo uns powerups (maliciosos e auxiliários). Também falta-lhe modos multiplayer. Mas fora isso, é bonito.










Gráficos:
Som:
Jogabilidade:
Multiplayer:
Inovação:
Longevidade:
Fun Factor:

Nota Final:


Gambly
Estadus Psicologicus:

Terça-feira, 25 de Março de 2008

ExGaD Hands On: Super Collapse 3 (PSP)

 

   

    Super Collapse 3 é um bom e barato puzzle game com 7 diferentes modos de jogo.


 


    O objectivo principal do jogo é apagar conjuntos de, no mínimo, 3 blocos com um apontador. Os blocos vão sendo inseridos conforme o modo de jogo escolhido. Existe 7 modos (classic, relapse, strategy, puzzle, slider, countdown, continuous) que podem ser acedidos no “quick play” e predispostos pelos “mapas” do modo “quest”.

 


    O modo “quest” resume-se em termos que realizar todas as tarefas que são apresentadas no mapa para poder passar ao cenário seguinte. Muitas vão ser as tarefas específicas a cada modo, oferecendo-nos aproximadamente 20h de jogo. Dessas tarefas vamos ganhando moedas que servem para comprar items na loja ou para jogar slot machine no casino. Os items podem variar deste bombas que destroem blocos a  dicas que desvendam o puzzle, essencialmente para facilitar  a nossa jogada.

 


    Super Collapse 3 poderia ter mais modos multiplayer, para mais jogadores e ser-lhe adicionado o online, como também não devia haver necessidade de completar o modo “quest” para desbloquear todos os modos de jogos no “quick Play”. Graficamente está aceitável, mas poderiam ter inserido mais complexidade ou uma melhor apresentação para eliminar o seu design demasiado rígido. Mas tendo em conta o seu preço e qualidade, é um dos recomendados a todos os fans de jogos puzzle. Fiquem com mais algumas imagens:











Gráficos:

Som:
Jogabilidade:
Multiplayer:
Inovação:

Nota Final:

 


Gambly
Estadus Psicologicus:

Sábado, 22 de Março de 2008

ExGaD Hands On: Ultimate Block Party (PSP)

 

   

    Ultimate block party é um puzzle game que embora tenha os seus pequenos defeitos é bem aditivo. O seu design anime, sua jogabildade e multiplayer fará as delícias de todos os puzzle fans.


 

    Principal função do jogo é juntar no mínimo 4 blocos da mesma cor para que sejam limpos do ecrã (predisposto de qualquer forma). Os blocos vão sendo injectados pela parte inferior do “tabuleiro” e ao passarmos de nível maior é a velocidade de blocos inseridos. Um jogo bem frenético que nos prende por algum bom tempo.

 


 

    Tem vários modos de jogo mas maior parte deles são bem semelhantes. O som não é muito original, mas é aceitável, condiz com a alma do jogo. O design de jogo é um 2d bem desenhado e muito colorido, que dá prazer olhá-lo. E o muliplayer é fenomenal, existindo várias formas de derrotar o nosso oponente.  

 



    Ultimate Block Party poderia ter mais modos de jogo, sons mais elaborados, algum tipo de história para dar um suporte ao modo “campaign”, mas fora isso é um jogo bem interessante. Fiquem com mais algumas imagens:









Gráficos:

Som:
Jogabilidade:
Multiplayer:
Inovação:

Nota Final:

 


Gambly
Estadus Psicologicus:

ExGaD Hands On: Puzzle Scape (PSP)


 
    Poderá não ser o lumines, mas se adoram puzzle games e estão à procura de um substituto então puzzle scape poderá ser a resposta.

 


    O jogo apresenta-nos pequenos toques de originalidade sob muita inspiração vinda de títulos como tretris e lumines. Temos três modos de jogo e um bom multiplayer (com co-op e duel mode) que é capaz de prender-nos por algum período.

 


 

     Uma linha de blocos coloridos vai caindo para o tabuleiro de jogo sobrepondo-se aos blocos existentes, onde a nossa função é criar quadrados de quatro blocos da mesma cor (como acontece como lumines) para elimina-los do cenário, juntando-se a possibilidade de criar combos ao criar correntes de blocos da mesma cor ligados a esse tal quadrado.

 



    Para tornar a experiencia de jogo um pouco mais aditiva, foi-lhe acrescentado uma barra de powerup que vai sendo preenchida com a soma dos blocos destruídos ou combos, oferecendo-nos um powerup aleatório (podemos segurar num máximo dois powerups de cada vez). E por ser aleatório poderá tornar a estratégia de jogo um bocado imprevisível e aborrecida… porque muitas vezes somos presenteados com powerups que não são totalmente úteis para salvar a nossa jogada.

 

 

    Os aspectos sonoros do jogo estão bons, especialmente as músicas de fundo que vão se alterando entre trance e house. Apenas faltando os variados efeitos sonoros que ajudariam a complementar a música de fundo (ao bom estilo do lumines).


 

    Gráficamente está tudo muito simples, falta-lhe umas texturas nos blocos ou uns efeitos de fundo mais bonitos, mas nada de insuportável. No modo “single player” podemos escolher vários temas (cells, flowers, machines, dreams) e durante o jogo temos como fundo clips dinâmicos, que com o decorrer do jogo vai ganhando cores e texturas.


    Não é perfeito mas é capaz de vos satisfazer. Fiquem então com mais umas imagens:







Gráficos:

Som:
Jogabilidade:
Multiplayer:
Inovação:

Nota Final:

 


Gambly
Estadus Psicologicus:

Terça-feira, 18 de Março de 2008

Loco Roco Multiusos

 

    Uma escola japonesa mostra-nos que nem todos os vídeo jogos são maus. Os professores exploraram o lado positivo dos vídeo jogos para ensinar matemática. Porque os números podem ser aborrecidos e usando uma imagem ajuda a estimular o gosto pela disciplina.


  Mas já estou a ver os putos... "mamã eu quero uma PSP!!! O professor disse que era bom para aprender matemática". Pois, vai sair caro.

Gambly
Estadus Psicologicus:
Adeptus Musicalis: Vector Lovers - Rusting Cars & Wildflowers

Domingo, 9 de Março de 2008

ExGaD Hands On: God of War Chains of Olympus (PSP)


   
   

    God of War: Chain of Olympus para a psp arrasta-nos uma vez mais à mitologia grega, trazendo-nos de volta o mais do que conhecido kratos “the ghost of sparta”. Será que o seu regresso acompanha a magnificência dos antecessores? A resposta é - Sim, mesmo que não se faça acompanhar de grande inovação. Toda a essência god of war a que já nos fomos acostumando está garantida, certamente irá fazer as delícias de todos os fans da série.


 

 

    Desta vez a história leva-nos a conhecer um pouco melhor o passado de kratos, desenrolando-se antes dos acontecimentos do god of war para a playstation 2. Sendo assim,  Krato que fora um  antigo grande guerreiro e comandante, passara a ser conhecido pelo fantasma de Esparta. Numa tentativa de apagar o passado que lhe atormenta desde a muito, entrou num acordo com os Deuses do Olimpo em que tinha como único propósito servir-lhes. Durante o seu percurso Kratos fica preso a um dilema, deverá descobrir se deve continuar a seguir as ordens dos Deuses ou apenas fazer o que lhe é mais conveniente. A história não é totalmente esclarecedora, mas deixa-nos ficar com uma ideia sobre a razão da fúria de Kratos, para que assim possamos seguir o caminho e mutilar todas aquelas horrendas criaturas.


 

 

    Para quem está familiarizado com as séries anteriores, a jogabilidade segue a mesma formula… tudo muito fiel aos antecessores. Apanhar Orbs para vida, poder, e power-ups, triangulo é ataque mais forte, quadrado é mais fraco, circulo é para agarrar, cruz para saltar, R para as combinações e L para defesa e combinações, tudo muito intuitivo e funcional, juntando a tudo isso um controle bem alinhado.


 


    Tendo em conta a potencialidade da portátil, graficamente não podia estar melhor. É impressionante como não existe perdas de frame mesmo quando defrontamos criaturas gigantescas ou um exército de guerreiros. São poucos os jogos para a psp que conseguem chegar ao patamar do god of war, quer a nível artístico como a nível técnico (posicionamento de câmara) . Os cenários estão muito bem elaborados, mas não são tão extensos e magnificentes como os dos episódios antecessores (talvez pelo ecrã psp ser de menor dimensão). As” cut-scenes” que dão vida à história estão variadas, temos belas “FMV”, vídeo “in game” e arte conceptual. Todos estes tipos estão excelentes, tudo muito bem conseguido.


 

    A sonoridade de Chains of Olympus está brilhante, contando com uma performance excelente por parte de quem deu as vozes às personagens como também por parte de toda a banda sonora, destacando-se o conhecido tema principal da série.

 

 

   Sem dúvida que este não é o melhor episodio da série, por um série de razões. Para começar, a história em si é um tanto confusa, podia ser mais esclarecedora e passar-se mais lentamente. Outra grande razão é o valor do jogo em comparação com as horas de prazer, são poucas as horas de jogo, 5 horas para finalizar o “story mode” somando 1 ou 2 horas com os brindes dos “treasures” que serão desbloqueados ao finalizar o “story mode”, oferecendo-nos um total de aproximadamente 7 horas. E apesar do bem curtinho, podiam ter adicionado um modo de jogabilidade um tanto mais variado, cenários e puzzles mais complexos, maior quantidade de armas e mais criaturas únicas e épicas… Por vezes faz lembrar que aquilo é apenas outra demo mais extensa. Para quem já passou pela experiencia god of war vai dizer “já fiz isto, já fiz aquilo”. Mas visto como um todo, God of War Chains of Olympus mantem a expectativa, sendo recomendado a todos os fans da série.  

 

    Para ficarem com uma ideia mais elaborada daquilo que vos espera, fiquem com mais uma dose de imagens do jogo.


 

http://www.skyalbum.com/showAlbum/157392


Gráficos:

Som:
Jogabilidade:
Enredo:
Inovação:

Nota Final:

 


Gambly
Estadus Psicologicus:
Adeptus Musicalis: Siddharta - Venom e

Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

PSP: Final Fantasy VII Crisis Core


 


    Com a saída eminente de Final Fantasy VII: Crisis Core para a Playstation Portable nos EUA, marcada para 25 de Março, a Square Enix lançou alguns videos, imagens e dados sobre as personagens do jogo, que podem ser vistos no site oficial.

    Deixo-vos o trailer, que tem como banda sonora a música One Winged Angel do genial Nobuo Uematsu, e que é o tema de Sephiroth.

Fonte: PTGamers

Jokeman   
Estadus Psicologicus:

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